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Espaço Luis Miguel Pires CoelhoPodes entrar e já agora deixa a tua opinião May 07 Balada para los poetasBalada para los poetasAutor: Rafael Alberti
¿Qué cantan los poetas andaluces de ahora? Cantan con voz de hombre, ¿pero donde están los hombres? Cantan, y cuando cantan parece que están solos. ¿Es que ya Andalucia se ha quedado sin nadie? ¿No habrá ya quien responda a la voz del poeta? Cantad alto. Oireis que oyen otros oidos. No es más hondo el poeta en su oscuro subsuelo. March 28 Estrela da TardeEra a tarde mais longa de todas as tardes que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde Meu amor, meu amor Eu não tenho a certeza Se tu és a alegria ou se és a tristeza Meu amor, meu amor Eu não tenho a certeza Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram
Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto.
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José Carlos Ary dos Santos Mischa (A verdadeira lenda)Mischa era um miúdo que vivia na longinqua Rússia, nas terras altas de Moskwa. O seu nome real era Mihail, mas os seus amigos tratavam-no pelo nome carinhoso de Mischa.
Ele era um miúdo espectacular, grande amigo dos amigos, cativante e divertido. Tudo o que ele fazia era sempre a pensar nos amigos e na felicidade deles. Um dia, ele conheceu um malandro da rua. Esse miúdo que aparentava ter o dobro da idade dele, começou a aproximar-se dele e das amizades até que Mischa o aceitou de braços abertos. Uns anos mais tarde, aquele a quem Mischa deu guarida e toda a sua amizade, começou a ter ciúmes de Mischa. Todas as pessoas adoravam Mischa e a ele unicamente se aproximavam pela sua amizade ao Mischa. Assim, esse miúdo começou a engendrar um esquema para tramar o Mischa. Quando colocou em prática o plano foi a um feiticeiro num dos castelos a que o Mischa e ele costumavam ir buscar a alimentação do dia a dia. O feiticeiro rogou então uma praga ao Mischa para que ele nunca mais fosse feliz no resto da sua vida.
Por incrivel que pareça, Mischa nunca mais teve a alegria de viver. Sempre que os amigos dele lhe davam algum motivo para ele se alegrar, acontecia sempre uma desgraça que lhe arruinava a felicidade. No entanto, ele continua a tentar encontrar uma altura curta que seja que tenha plena felicidade. Está um pouco dificil, mas a vontade ainda prevalece. Por agora.... Esta é a história ficção de um menino distante, mas ela também se adapta a mim. Pensa nisso... serei eu o único? Poema à minha morteNão me venham dizer que amam a vida,
Porque é mentira! E não quero acreditar que amem a vida Sem sentirem a mágoa dos espinhos, Ou o peso da responsabilidade que Deus nos deu. Não me venham dizer que amam a vida E os seus caminhos, ou a aparência do Céu Não me venham dizer que amam a vida Porque eu não lhes contei o que eu vi: Homens famintos, com sede de vingança; Crianças que se matam e odeiam; Amigos tão falsos como a vida; A morte a amortalhar a esperança; Os pobres, os mendigos e os ladrões; E os corações fechados num castelo de desgraça. Não me venham dizer que amam a vida Que eu não quero ter pena De já não viver --------------------------------------------
José Carlos Ary dos Santos CrashCar crashes are the main cause of death in Portugal. Not AIDS, not cancer, not heart-attack but car crashes...
Bad driving and drunk driving are a serious problem. The following poem was forwarded to me. Read it and take a minute to think about it...
I went to a party, Mom, I remembered what you said.
You told me not to drink, Mom, so I drank soda instead. I really felt proud inside, Mom, the way you said I would. I didn't drink and drive, Mom, even though the others said I should. I know I did the right thing, Mom, I know you are always right. Now the party is finally ending, Mom, as everyone is driving out of sight. As I got into my car, Mom, I knew I'd get home in one piece. Because of the way you raised me, so responsible and sweet. I started to drive away, Mom, but as I pulled out into the road, the other car didn't see me, Mom, and hit me like a load. As I lay there on the pavement, Mom, I hear the policeman say, the other guy is drunk, Mom, and now I'm the one who will pay. I'm lying here dying, Mom. I wish you'd get here soon. How could this happen to me, Mom? My life just burst like a balloon. There is blood all around me, Mom, and most of it is mine. I hear the medic say, Mom, I'll die in a short time. I just wanted to tell you, Mom, I swear I didn't drink. It was the others, Mom. The others didn't think. He was probably at the same party as I. The only difference is, he drank and I will die. Why do people drink, Mom? It can ruin your whole life. I'm feeling sharp pains now. Pains just like a knife. The guy who hit me is walking, Mom, and I don't think it's fair. I'm lying here dying and all he can do is stare. Tell my brother not to cry, Mom. Tell Daddy to be brave. And when I go to heaven, Mom, put "Daddy's Girl" on my grave Someone should have told him, Mom, not to drink and drive. If only they had told him, Mom, I would still be alive. My breath is getting shorter, Mom. I'm becoming very scared. Please don't cry for me, Mom. When I needed you, you were always there. I have one last question, Mom, before I say good bye. I didn't drink and drive, so why am I the one to die? Someone took the effort to write this poem. So please, forward this to as many people as you can. And see if we can get a chain going around the world that will make people understand that drinking and driving don't mix. TOGETHER WE CAN MAKE A DIFFERENCE, so please forward this poem to as many people as you can.. March 26 My soul is sick, my heart is bleedingHoje estou assim e penso que não haverá muito mais a falar.
Ontem foi talvez dos meus piores dias nos últimos tempos. Criei três grandes apostas e perdi-as todas.
Se a outros níveis não tenho o poder de mudar as coisas, a nível pessoal só posso tirar uma ilacção sobre isso:
Não basta ser como sou. Não sei que mais hei-de fazer, mas mudar é que não mudo. March 21 Estado da Saúde em Portugal (parte II)Na semana passada faleceu uma pessoa boa, minha amiga qdo eu era miúdo.
O neto dessa senhora, meu grande amigo Ricardo, soube da noticia pelo telemóvel e chamou imediatamente o INEM, acreditando que a avó ainda podia ser salva. Desta vez, o INEM até chegou ao local bastante rápido, mas qdo chegou lá já não havia hipóteses. A senhora tinha falecido há poucas horas. A médica do INEM, após colocar os Instrumentos de Suporte de Vida (ISV) de volta à ambulância, voltou para dentro de casa e teve "a lata" de dizer à família recém-enlutada que o INEM não devia ser chamado nessas alturas pois tinham mais que fazer. Como é possível haver pessoal à frente destas equipas que, têm que ter a maior psicologia por viver em situações limites, teve o desplante de ofender as pessoas.
Mas a história não acaba aqui. Passados alguns minutos, e para evitar todos os trâmites legais, o neto foi pedir ao médico de família para o acompanhar a fim de passar a certidão de óbito. O médico, que no último ano recebeu balúrdios para tratar a senhora, simplesmente recusou. Sim, RECUSOU!!! Mas onde é que pára o seu "Juramento de Hipócrates" sr. doutor? Será na sua conta bancária? Penso que todos merecemos respeito até os seus colegas de profissão, que com a sua atitude, ficou bastante doente.
E assim vai a saúde do nosso país. |
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